Ver!ssimo

17 de febrero de 2008

Comenzare platicándoles que de allá de Brasil me trajeron 2 libros, ambos de Luis Fernando Veríssimo uno es el de "El club de los ángeles" y el otro se llama "Orgias" ambos en lengua portuguesa, he estado sufriendo un poco para leerlos, pero creo que voy a lograrlo, así que les voy a escribir un poco del libro de orgias y un poco de la vida de Verissimo... en portugués! xD

Orgias
(1989, ed. L± relançado em 2005 pela Objetiva)

Se civilização é autocontrole, orgia e a fresta ao contrário, a festa do excesso, a euforia sem limite protocolar. Bem, existem orgias e orgias (e é desses vários patamares de prazer e tentações que Luis Fernando Verissimo fala neste livro).


As traições amorosas podem provocar orgias discretas, dia de semana à tarde, ninguém ficará sabendo além dos dois, ou três, ou quatro, ou quantos forem os participantes dos jogos de amor. Vale tudo nessa orgia, aliás, a boa orgia deve ser sinônimo de anarquia, de entrega total aos instintos.


A chegada do révellion e a sucessão de festas de fim de ano são orgiásticas, a seu modo, quando revertem a posição que normalmente todos ocupam, nos escritórios, para se encenarem como festas em que é preciso desreprimir, celebrar, de igual para igual, o ano que se foi o que virá (quando evidentemente seremos melhores, marcaremos a ida ao dentista e vamos parar de fumar)

Bebida, dançã, comida com fartura. Acontece assim também no carnaval, em que a troca do dia pela noite é apenas um indício a mais de uma certa locura coletiva, uma inversão de papéis e sinais. Neste caso, mesmo que você não esteja na orgia da avenida, desfilando com os peitos nus, todas as imagens do samba vão te assaltar (e ninguém é assaltado impunemente).

Os anjos de nossa vida, nossas queridas crianças, sabem, e como, fazer uma bela orgia experimente deixá las à vontade numa festa de aniversário, e neste cenário podem se parecer até com os tais anões besuntados, que Verissimo aposta terem sido obrigatórios nas primeiras orgias romanas. As gregas eram em homenagem ao deus Dionísio, e também se caracterizavam pela perda generalizada de controle.

Luis Fernando Veríssimo
(Porto Alegre, 26 de setembro de 1936)

É um dos escritor mais populares e prestigiados do brasil, filho do também escritor Érico Veríssimo. Produz textos de humor em jornais brasileiros e em livros com crônicas humorísticas e geralmente bem curtas, como em O Analista de Bagé.

Amigos o definem como uma pessoa que fala escrevendo, e escreve muito bem. Mas, além de escritor, ele ainda é jornalista (colunista e copy desk), publicitário, humorista, cronista, cartunista e tradutor.

Entre as paixões de Verissimo, estão a família, o jazz e o Internacional, de Porto Alegre. Um fato interessante é que Verissimo sempre foi muito tímido, embora se apresentasse ao público em espetáculos de jazz. Durante uma entrevista, quando perguntado se não ficava acanhado nessas apresentações, revelou que, tocando, realizava um sonho de juventude.

Sua obra completa está sendo toda revista e atualizada, para a série Ver!ssimo, editada pela Objetiva. As crônicas publicadas nesta edição foram colhidas de sua produção vastíssima, e selecionadas a partir de um trabalho que o escritor fez ao longo dos últimos 20 anos.

Verdad que el portugués no es tan difícil?? Ja ja ja ja ja, bueno como comentraio extra les puedo decir que si El club de los Ángeles trata sobre la Gula este libro es pura Lujuria.... xD

Lastima que no este traducido al español, será porque el monito de la portada que se supone es Veríssimo tiene un cierto parecido con Calderón??

Cuidense todos espero verlos pronto, ciao!

2 comentarios:

JE Rivadeneyra dijo...

hay que aprender portugues, jajaja si para leer a Saramago en su idioma original (si las traducciones son geniales imagina cómo serán los originales) porcierto lee a Bukousky

Xavier Narval dijo...

Pues supongo que el gran problema para leer un original de Saramago es saber donde empieza y donde termina cada frase, con eso de que casi no utiliza signos de puntuacion... ja ja ja ja ja

Y prometo leer a Bukousky...